Parceiros da Proteção Animal

Partido político com foco nos direitos animais é criado no Brasil

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

O recém-fundado Parceiros da Proteção Animal (PPA) é um partido político inovador que tem como foco proporcionar instrumento político e eleitoral, comprometido com a ética e a transparência, propiciando condições para que protetores de animais, veganos e ativistas pelos direitos dos animais se tornem futuros parlamentares. O objetivo é que os representantes do partido participem da elaboração de leis e alcancem conquistas efetivas e mais investimento em benefício dos animais.

O PPA foi articulado após um longo estudo da realidade eleitoral, que por sua vez, tem sido incapaz de eleger os verdadeiros representantes dos milhões de tutores de animais, colaboradores e simpatizantes da causa animal.
Visando agrupar todos os envolvidos nesta causa, o PPA foi formado e organizado por ativistas dos Direitos Animais, que há décadas estão envolvidos na proteção animal, e por pessoas que conhecem todo o sistema partidário e eleitoral. Dessa forma, foram criadas regras regimentais a fim de garantir que o partido seja totalmente destinado à proteção dos interesses dos animais.

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“Para que em 2018 seja possível a candidatura e eleição dos verdadeiros representantes dos animais, além de conquistar força política, recursos públicos e leis em defesa deles, lutaremos pela criação de comissões e conselhos municipais de bem estar animal, subsecretarias municipais e estaduais de bem estar animal, emendas para dar suporte financeiro e operacional às ONGs de proteção animal já existentes” explica Sérgio Levy, um dos fundadores do PPA.

No entanto, o PPA depende exclusivamente da colaborações daqueles que compartilham os mesmos objetivos pela causa animal, pois não é um partido financiado por empresas, outros partidos, entidades ou pessoa física de grande influência nos meios de comunicação.

No momento, o PPA precisa recursos financeiros para o processo de sua constituição legal tais como: registro de documentos em cartório de títulos, publicação do estatuto no Diário Oficial da União e aluguel de uma sala comercial em Brasília, conforme determinação da lei, para que seja a sede nacional do partido.

Segundo a coordenação do partido, a etapa mais importante que está por vir é a coleta, o processamento e a certificação de cerca de meio milhão de assinaturas de apoio à criação do PPA em cartórios eleitorais de todo o país.

Sérgio Levy informou que as despesas iniciais são de R$ 50.000,00 referente à equipe de trabalho, estruturação e fundação do partido, além do registro de Estatuto e Programa

Já as despesas até o registro definitivo são de R$ 300.000,00 e incluem: equipe de trabalho; manutenção das sedes em SP e DF (obrigatórias); viagens para organização de coordenações municipais e estaduais; coleta, conferência e certificação de 500 mil fichas de apoio; despesas com registro definitivo do partido no TSE. Todas as despesas terão prestação de contas por meio da Associação Parceiros da Proteção Animal do Brasil, criada única e exclusivamente para dar suporte institucional e operacional para obtenção do registro definitivo do partido.

A coordenação do PPA informa que é possivel apoiar de diversas maneiras como a doação de qualquer valor através da vakinha; arrecadando doações com amigos, colegas e familiares solidários à causa animal e fazendo a doação por meio do site da Associação que coordena os trabalhos do partido. Levy diz ainda que buscam voluntários no processo de organização e divulgação do partido nos municípios e nas redes sociais e para a captação de assinaturas para a abertura do partido.

“Somente com a união de todos será possível transformar o PPA em realidade em 2.017 para que em 2018 seja feita a diferença eleitoral em benefício da causa animal”, diz Sergio Levy.

Para mais informações, entre no site da associação.

1 COMENTÁRIO

  1. A iniciativa é boa, mas o foco deve ser apenas a correção do paradigma que associa o especismo ao antropocentrismo, ou seja, lutar pela igualdade de direitos e pelo abolicionismo das outras espécies! O problema é que para fazer isso de forma idônea, deve-se abandonar o egoísmo, a ganância, e qualquer outro apego a valores materiais, ou seja, outros paradigmas tortos da nossa sociedade competitiva e egóica, estão envolvidos. Sem o entendimento pleno do compartilhar, da igualdade de direitos e do valor intrínseco de cada indivíduo animal, dificilmente seguirá fora das raias egoístas de qualquer partido ou divisão que já foi criado pela nossa sociedade matrix!

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