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Cadela paralisada da cabeça à cauda reaprende a andar

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Mija Cyphert
A cadela Sunshine/Foto: Mija Cyphert

Sunshine nasceu no dia 15 de junho. Uma noite, ela se machucou no quintal enquanto estava fora da vista de seus tutores, o que a levou a ficar quase completamente paralisada. As informações são do site The Dodo.

Os veterinários fizeram vários exames para localizar a origem da paralisia. No papel, Sunshine era uma cadela feliz e saudável, mas, na realidade, ela estava paralisada da cabeça à cauda. Tudo o que podia fazer era deixar escapar um grito suave, inconsolável.

Os veterinários disseram que Sunshine nunca se moveria por conta própria novamente, e recomendaram a morte induzida para aliviá-la de seu sofrimento. Os tutores dela queriam seguir o conselho do veterinário, mas Mija Cyphert, criadora da Sunshine, não podia ver essa jovem cadela morrer. Ela foi buscar uma segunda opinião do Dr. Vincent Zaccheo do Hospital Animal Warren, que tinha visto casos como este antes. Ele disse a Cyphert que com tratamento diário rigoroso, Sunshine poderia melhorar. Ela levou a cadela à sua casa em Nova Jersey e começou com o tratamento físico intensivo.

“Eu não iria deixá-la sofrer,” disse Cyphert. Embora não tivesse controle sobre seus músculos, Sunshine podia sentir, então Cyphert focou em fortalecer essas sensações. Ela pesquisou técnicas de reabilitação e impulsionou Sunshine a se desafiar. Junto com a fisioterapia, ela recebeu tratamento à laser e acupuntura para estimular os seus nervos e relembrar o seu corpo da sensação de movimento.

Eventualmente, com muito trabalho árduo de Cyphert e Sunshine, a cadela começou a demonstrar pequenos movimentos. Esses pequenos movimentos ficaram maiores. Devagar, mas certamente, Sunshine estava aprendendo a usar o seu corpo novamente. “Ela é uma lutadora,” diz Cyphert. “Ela ama a vida.”

Com o tempo, Sunshine conseguiu ficar em pé. Depois, deu seus primeiros passos dentro de uma banheira. Agora ela já consegue correr com os outros cachorros. “Foi muito trabalhoso, mas não foi uma vida desperdiçada,” disse Cyphert, que espera que a sua história inspire as pessoas a darem uma segunda chance para seus animais, especialmente quando eles não têm mais nenhuma outra esperança. “Às vezes algumas situações podem parecer tão obscuras e não há esperança, mas você nunca sabe o dia de amanhã.”

*É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

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