Animais não-humanos: vítimas dos humanos, vítimas da natureza


Nessa postagem, compartilho com vocês o vídeo de uma palestra que gravei (veja abaixo) sobre o seguinte tema:

Os danos que são resultado de causas naturais sobre os animais não-humanos importam? Se sim, o quanto importam, comparados aos danos que são resultado de práticas humanas?

A maior parte do debate dentro da ética animal tem se centrado nos danos que os animais padecem em decorrência de sua exploração.

A maioria dos ativistas mantém que, com relação aos animais selvagens, nossa única obrigação é não prejudicá-los com nossas práticas.

Essa conclusão é baseada em duas suposições:

(1) A de que, se não intervirmos na natureza, o resultado dos processos naturais é o de que a vida dos animais selvagens é predominantemente positiva e;

(2) A de que os danos que são resultado de causas naturais, ou não importam, ou importam menos do que os danos que surgem de práticas humanas.

Essa apresentação desafia as duas pressuposições acima.

(1) O resultado dos processos naturais, dada a estratégia reprodutiva predominante, é tal que faz com que quase a totalidade dos animais que nasce na natureza o faça somente para sofrer intensamente e morrer logo em seguida, e que o número dos animais que passam por essa situação seja maximizado.

(2) Os fatores que determinam a existência e a força das razões para nos importarmos com danos que tem origem em práticas humanas estão igualmente presentes em danos que tem origem em causas naturais.


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