Brigada Animal realiza evento contra a morte de animais em rituais religiosos


Por Sejane Miranda (em colaboração com a ANDA)

Foto: Divulgação/Facebook
Foto: Divulgação/Facebook

A Brigada Animal vai realizar o Dia Nacional Contra o Sacrifício de Animais em Cultos Religiosos com o apoio do grupo Gaia-RJ no próximo dia 19 de julho (domingo), às 14hs. Cidades confirmadas: Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo – este, excepcionalmente, no dia 25 de julho, ao meio dia e meia.

O foco do manifesto não são as religiões mas sim, a morte de animais em cultos. Não se trata de um ato de intolerância religiosa, mesmo porque, não houve direcionamento a nenhuma seita em específico. O direito à vida deverá superar qualquer conceito individual ou coletivo. Não é uma questão religiosa. É uma questão humanitária. É intolerância contra a crueldade.

Esta será mais uma dentre centenas de manifestações que ativistas realizam em favor dos animais. O objetivo deste primeiro manifesto nacional é levantar a polêmica e levar à sociedade o questionamento quanto ao limite do respeito que devemos ter para com aspectos pontuais que destoam e vão de encontro ao que é básico: o direito à vida. Isto, para qualquer animal – humano e não humano. Levaremos ao conhecimento da sociedade que usar animais pra oferecer aos céus é um desrespeito não só com os animais, mas com as pessoas que consomem o cadáver destes após sua morte, já que isso acontece sem qualquer fiscalização. E afinal, se existe um deus e este criou o universo e deu a vida, será que este mesmo criador está satisfeito com a destruição de suas criações?

Todo movimento que vai contra uma tradição é visto como intolerante. Foi assim e sempre será. Durante séculos, os negros foram escravizados pelos brancos. Eles precisaram de um grupo de pessoas – pessoas brancas – para defendê-los. Foram décadas lutando pela libertação dos negros e, um dia, eles se tornaram livres. Hoje, um negro é presidente da nação mais poderosa do mundo. As mulheres ficaram séculos sem ter voz ativa pra nada, sequer darem opinião na sociedade. Elas precisaram de um grupo de pessoas – homens e mulheres – para defendê-las. Hoje, as mulheres têm tantos direitos (em alguns casos, até mais) quanto os homens. Hoje, um grupo de pessoas – ativistas – luta pelos animais, que não têm culpa e nem responsabilidade sobre nada do que nós fazemos, almejamos ou imaginamos ser verdade. Um dia, eles serão libertos. A luta pelos animais já começou.

SERVIÇO

Evento oficial no facebook (aqui).

Interessados em organizar o manifesto em sua cidade deverão entrar em contato com Sejane Miranda, clicando aqui.

 


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