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Justiça paulista condena mulher por morte de animais e abre precedente no país

Os corpos de gatos e cachorros foram encontrados pela polícia em sacos de lixo na frente da casa de Dalva (Foto: Edson Criado)
Os corpos de gatos e cachorros foram encontrados pela polícia em sacos de lixo na frente da casa de Dalva
(Foto: Edson Criado)

O caso aconteceu em São Paulo e foi julgado pela justiça estadual daquele Estado, mas abre um precedente para outras situações no país. Especialmente no Maranhão, onde há uma semana um homem foi detido depois de matar um cachorro a marteladas.

Dalva Lina da Silva ficou conhecida como “a matadora de animais” e foi julgada culpada pela morte de 37 animais, entre cães e gatos. Sua condenação aconteceu nessa quinta-feira (18).

A acusada foi condenada a 12 anos de prisão. Dalva usou requintes de crueldade para assassinar os animais: agulhas com quetamina – um anestesiante que só pode ser administrado por médicos veterinários – foram aplicadas várias vezes nos corpos dos animais.

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O comportamento da acusada também levantou a suspeita dos vizinhos de Dalva. Todos os dias em que havia coleta de lixo ela saía de casa com várias sacolas. O fato de levar o “material” apenas instantes antes do caminhão da companhia de limpeza passar despertou a atenção dos moradores da região.

Embora tenha ocorrido no Estado de São Paulo, situações como estas não são difíceis de serem encontradas em outros locais, como em São Luís. Há exatamente uma semana, por exemplo, o delegado de Meio Ambiente, e ex-secretário de Justiça e Administração Penitenciária, Sebastião Uchoa, informou a imprensa que um homem matou um cachorro a golpes de martelo no Cruzeiro do Anil. No início do ano, desta vez no Cohatrac, um homem atirou contra um cachorro.

O caso da morte por marteladas revoltou o delegado que usou seu perfil numa rede social para dizer que este era um “crime bárbaro” e que a morte do animal havia ocorrido da forma mais cruel e genocida possível que um ser “racional” possa realizar.

O acusado deste crime foi detido, mas liberado em seguida. Sua pena, ainda segundo o delegado, pode ser convertida em prestação de serviços à comunidade.

Fonte: TV Guará

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