Casacos de peles descartados retornam como “fantasmas” de animais assassinados


Por Neuza Vollet (da Redação)

Foto: PETA
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Todos os anos, aproximadamente 25 milhões de animais são mantidos em longo encarceramento para depois serem mortos em fazendas de peles irlandesas. Um número tão grande pode ser difícil de entender, assim a colaboração da ONG PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) com Solus, um artista de rua de Dublin, a capital da República da Irlanda, é uma forma de lembrar às pessoas dos indivíduos por trás de cada casaco ou ornamento de pele – e de como sofreram.

Utilizando casacos de peles doados à PETA por pessoas que decidiram parar de usá-los, Solus criou dezenas de peças de arte em formato de animais e espalhou pelo centro da cidade de Dublin. Os pedestres são estimulados a visitar BanFurFarms.net e se manifestarem contra a cruel matança de animais para a indústria da moda.

Foto: PETA
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“Re-modelar os casacos de peles com a forma de animais é uma maneira de lembrar às pessoas que uma vida habitava aquelas roupas. Nenhum animal deveria morrer para fazer um produto de que ninguém precisa – espero que esta mensagem atinja o coração de cada um que olhar para as peças”, diz Solus para o blog da PETA.

As martas, que são usadas para os caríssimos casacos, passam a vida inteira dentro de apertadas gaiolas nas fazendas de peles na Irlanda. Impedidas de correr, nadar ou expressar qualquer comportamento natural, muitos desses animais selvagens acabam enlouquecendo e se automutilando. Por fim, a morte cruel: animais são eletrocutados por causa de suas peles.

Foto: PETA
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As fazendas de peles já são ilegais no Reino Unido, Croácia e Áustria. Celebridades e cidadãos conscientes têm se manifestado para exigir que a Irlanda tome a mesma atitude. Imelda May, Angelica Huston e Cilian Murphy estão entre os famosos que embarcaram na campanha da PETA.

Junte-se a eles e a milhares de outras pessoas compassivas enviando uma mensagem ao governo irlandês para que proíba as fazendas de animais.

Foto: PETA
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