ONG luta por estrutura para castrar animais abandonados em Assis (SP)


Foto: Lúcio Coelho
Foto: Lúcio Coelho

O presidente da Associação SOS Pets, Lincoln Ferreira e a secretária Francielli Pedro de Queiroz, estiveram ontem na redação do jornal “Voz da Terra” quando destacaram o trabalho desenvolvido até o momento pela entidade que iniciou suas atividades no mês de agosto. Segundo eles, a luta é para que a Prefeitura possa oferecer um espaço adequado para castração de animais, principalmente os abandonados que se encontram na rua. “É necessário este local para que os animais possam ficar e ter uma recuperação adequada após a cirurgia”, salientaram.

Segundo eles, a entidade é composta por um grupo de voluntários que lutam pelo fim dos maus-tratos, abandono e crueldade. “Nosso objetivo é resgatar animais abandonados, oferecer toda ajuda de tratamento necessário para sua recuperação, e colocá-los para a adoção responsável”, frisaram.

Foi em agosto que surgiram, através de um grupo criado no WhatsApp de protetores de Assis e Cândido Mota que tinha em comum um único objetivo, ou seja, o de ajudar os animais.

Como não possuem um local apropriado para guardar os animais resgatados, contam com a ajuda de pessoas que oferecem o “Lar Temporário” pelo tempo necessário para recuperação do animal ou até que ele seja adotado. “Contamos também com doações de ração, medicamentos, cobertores, casinhas, entre outros produtos oferecidos pela população amantes da causa”, frisaram.

Eles disseram que também buscam parcerias com empresas e clínicas veterinárias para que possam continuar com o trabalho voluntário, e assim alcançar um número cada vez maior de animais resgatados. “Infelizmente ainda somos poucos para tantos casos de abandono e maus-tratos, por isso a ajuda e colaboração é extremamente importante”, destacou.

Lincoln e Francielli afirmaram que todos podem colaborar com a ONG, doando ração, cobertores, medicamentos, lar temporário ou qualquer outro produto para pets. “Para qualquer forma de contribuição ou para adquirir os produtos, basta enviar um e-mail para sospets@bol.com.br”, observaram.

Quanto à vacinação antirrábica, Lincoln e Francielli frisaram que em Assis acontece constantemente. Entretanto, acreditam que “o ideal seria que atingisse os animais abandonados, que não são vacinados justamente porque não há uma estrutura para recolhê-los”, contaram.

Fonte: A Voz da Terra


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