"Gatoca"

Projeto inovador transforma a causa animal

Gatoca não é (só) blog nem ONG nem escola. Criado em 2007 pela jornalista Beatriz Levischi, especializada em educação e apaixonada por animais, ele socorreu seis cachorros, 77 gatos e...

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14/09/2014 às 10:00
Por Redação

(da Redação)

Foto: Divulgação

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Gatoca não é (só) blog nem ONG nem escola. Criado em 2007 pela jornalista Beatriz Levischi, especializada em educação e apaixonada por animais, ele socorreu seis cachorros, 77 gatos e três aves, incluindo uma pomba. E os 881 posts ensinaram milhares de leitores a cuidarem melhor de seu animal doméstico, incentivaram dezenas a adotarem um amigo peludo e inspiraram, pelo menos, meia dúzia a fazer sua parte por um mundo melhor.

Com o objetivo de ampliar o alcance da iniciativa, a jornalista lançou no Catarse o projeto Um Post por Dia para Salvar Vidas, que pretende arrecadar R$ 15 mil até o dia 12 de outubro. Instantaneamente, os apoiadores ganharão um blog de cara nova, textos diários, vídeos exclusivos, fotos extras e recompensas doadas por alguns dos 21 parceiros.

Se a empreitada levantar mais R$ 4,5 mil, a primeira ação offline já sairá do papel: 50 cães e gatos da favela do DER, em São Bernardo, serão esterilizados, evitando que nos próximos cinco anos 13.792.687 bichos acabem na porta do Gatoca ― no site do Catarse, tem a explicação detalhada do mutirão, fotos das recompensas e depoimentos emocionantes.

A ideia sensibilizou o Wings for Change, que, junto com o Instituto Asas e a Fundação Telefônica, investe em projetos inovadores e transformadores, desenvolvidos por jovens entre 18 e 35 anos. Além de apoio financeiro, a parceria compreende uma consultoria para potencializar a campanha e encontros com outros idealistas empenhados em arregaçar as mangas.

Nos planos do Gatoca estão ainda um livro, um aplicativo para tablets e smartphones, um projeto que beneficie crianças e animais. Para participar, basta acessar o site do Catarse, preencher um cadastro rápido e escolher o valor ― é possível contribuir anonimamente. Se o financiamento coletivo não atingir a meta, o dinheiro volta para quem doou.

“R$ 10 plantam muitas sementes de recomeço”, garante Beatriz.