Mobilização contra a violência aos animais é realizada na Paraíba


(Foto: Dayanne do Nascimento)
(Foto: Dayanne do Nascimento)

Um grupo de protetores independentes dos animais realizou na tarde deste domingo (23), mais uma mobilização a favor da vida e contra a violência e maus-tratos aos animais. A mobilização, chamada “Ato pela Vida Animal. Libertação Já!” é uma iniciativa nacional e esta foi a segunda vez que aconteceu em Pato Branco.

O ato se concentrou em frente a Igreja Matriz São Pedro Apóstolo, e prosseguiu em passeata por algumas ruas da cidade. Para dar mais destaque a mobilização, vários cachorros, bem como os seus tutores, se vestiram com cartazes, que levavam dizeres contra os maus-tratos e também a favor da adoção de animais abandonados.

Conforme uma das organizadoras e membro do grupo, Ana Caroline Kerber, a mobilização vem ganhando força a cada ano e isso pode ser percebido pelo grande número de pessoas que participou da mobilização neste domingo.

“Nós queremos fazer valer a lei contra os maus-tratos aos animais, pois normalmente quando é feita uma denuncia, não é dada muita atenção, ou as próprias pessoas não tem o hábito de denunciar, preferem deixar quieto. Então essa mobilização é para mostrar às pessoas que elas têm que denunciar quando acontece algum caso de maus-tratos e também para que a lei seja cumprida”, destacou.

O microempresário em Pato Branco, Julio Cezar Fantinel participou da primeira mobilização feita em 2013 e esteve novamente nesta segunda. Para ele, hoje não é mais possível admitir que os seres humanos maltratem os animais. “Eu gostaria que as pessoas que não gostam de animais, não maltratassem eles, que fizessem de conta que eles não existem, ignorem eles, mas não maltratem”, observou.

Além da manifestação nas ruas, o grupo possui uma página no Facebook “Grande Ato Pela Vida Animal – Pato Branco”, a qual foi a principal ferramenta para a organização da mobilização no município. Atualmente, na rede social, o grupo conta com cerca de 900 participantes, mas Ana Caroline explicou que entre as pessoas que realmente prestam atendimento aos animais vítimas de maltrados e abandono, são cerca de 20 pessoas apenas.

Fonte: Diário do Sudoeste


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