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Motorista que dirigia a mais de 100 km/h encontra gato embaixo do capô

28 de novembro de 2013
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O motorista Bruno Machado encontrou o gato embaixo do capô do carro, na Via Dutra (Foto: Bruno Machado)
O motorista Bruno Machado encontrou o gato embaixo do capô do carro, na Via Dutra (Foto: Bruno Machado)

Um miado constante se misturava às notícias do rádio do carro que trafegava a 100 quilômetros por hora na Via Dutra. O motorista, o jornalista e professor Bruno Machado, 30 anos, morador de Petrópolis, Região Serrana do Rio, saiu de Queimados, no Estado do Rio, e demorou aproximadamente 20 minutos para entender o que estava acontecendo. Ao interromper a viagem, ele e o irmão tiveram uma pequena surpresa branca de olhos azuis. Um filhote de gato estava embaixo do capô do veículo depois de, provavelmente, se aconchegar enquanto o carro estava estacionado.

“Miau, miau, miau. Era o que nós escutávamos sem parar. Primeiro, achamos que vinha do rádio, mas meu irmão percebeu que o animal estava dentro do carro”, explicou Bruno, que desligou o som. “Coloquei o ouvido na entrada do ar condicionado e escutei um miado”, acrescentou. Ele e o editor de imagens Pedro Machado, 21 anos, pararam e, ao abrir o capô, viram o pequeno bichano bastante assustado e sujo.

O medo fez com que o animal saísse correndo, sem dar chance de qualquer aproximação. “Ainda bem que paramos próximo a uma oficina e ele não foi para a pista”, diz o motorista aliviado. “Por ser branco, acredito que ele signifique sorte”, brincou. Segundo o veterinário Bruno Ribeiro, o comportamento é muito comum entre os bichanos. “Acontece com muita frequência e o ideal é que os motoristas fiquem atentos”, aconselhou o especialista. Além de poder causar a morte ou graves ferimentos no gato, o passageiro inusitado também pode ocasionar falhas no automóvel ou mesmo acidentes.

“Geralmente estes casos envolvem filhotes, pois os adultos já fogem quando a pessoa se aproxima do veículo ou na hora da partida”, afirmou Bruno. Os animais costumam passar por baixo do automóvel, chegando até o motor. O veterinário lembra de um episódio de sua infância, quando viveu a mesma situação. O passageiro, entretanto, era um coelho. “Era nosso bicho doméstico. Ele ficou dias sumido e reapareceu cheio de graxa”, recordou Bruno.

Fonte: G1

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