Ritual com assassinato de cordeiros é relatado por ativistas na Polônia


foto: divulgação
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Grupos de defesa animal denunciaram o principal Mufti polonês Tomasz Miskiewicz à Sociedade Contra a Crueldade Animal, além de pedirem ao Ministério Público para abrir uma investigação depois que um líder muçulmano matou um cordeiro durante o ritual Halal, proibido na Polônia. A promotoria em Sokolka, no nordeste da Polônia, tem um mês para decidir se abre uma investigação.

Desde janeiro, o abate de animais, inclusive durante os ritos Halal, dos muçulmanos, e kosher dos judeus, é proibido na Polônia por considerar o sofrimento animal desnecessário. O chefe mufti da Polônia admitiu que realizou o “sacrifício ritual” nesta terça-feira (15) na cidade de Bohoniki, nordeste da Polônia, apesar da proibição. “Eu não vou fugir da responsabilidade e eu estou disponível para os promotores”, disse ele .

O chefe religioso disse que é uma prática privada e religiosa “para a manutenção da cultura e do patrimônio de tártaros polonês e muçulmanos”, e não um sacrifício para escala comercial ou grande. Tomasz Miskiewicz é o principal líder religioso da comunidade muçulmana na Polônia, composta entre 3000 e 5000 polacos de origem tártaro, residentes neste país durante vários séculos.

“A minoria tártara é registrada como uma minoria étnica e nós temos o apoio das minorias religiosas”, disse Miskiewicz. No entanto, a comunidade tártara na aldeia vizinha de Kruszyniany, optou por não realizar o ritual Halal este ano, embora seus representantes reiteraram que a proibição é uma “limitação sobre os direitos religiosos”.

Na terça-feira (15), durante a celebração da festa muçulmana do Cordeiro, vários ativistas dos direitos animais tentaram em vão impedir que o Mufti da Polônia realizasse abate Halal. Um dia depois desconhecidos atearam fogo ao lado da mesquita de Gdansk, o ataque religioso foi ligado a os protestos em defesa dos direitos animais.

Fonte: El Comercio


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