Por Natalia Cesana (da Redação)

Foto: Reprodução/PETA

Para muitos jovens, a época da faculdade é quando são tomadas as primeiras decisões independentes ou, numa escala maior, quando são definidos quais assuntos serão importantes para eles. As decisões feitas hoje formatarão o resto de suas vidas e o futuro dos países quando eles se tornarem adultos.

A PETA conversou com Ryan Huling, responsável pelas campanhas do grupo nas faculdades, sobre o impacto que os estudantes de todo o país terão no movimento pelos direitos animais.

O que os estudantes podem fazer para tornar os campus livres da crueldade animal?

O número de vegetarianos nas universidades cresceu mais de 50% desde 2005, e o número de veganos mais que dobrou. Então não é surpresa que a demanda por opções sem carne aumentem nos campus. E, como consequência, tem crescido a objeção dos alunos à dissecção, mais faculdades têm criado políticas formais e informais que permitem aos estudantes estar equipados por alternativas que não usem animais.

A PETA diz que os jovens estão se voltando para a defesa dos direitos animais. Como?

Jovens e estudantes universitários em particular compõem uma parte considerável de todos os movimentos por justiça social da história recente, e os direitos animais não é exceção. O projeto Liberation que apresentamos nas universidades justapõe o abuso que os humanos têm infligido a si mesmos ao longo da história (como o trabalho infantil, escravidão e negação de direitos básicos) com os abusos que atualmente infligem aos animais. Os estudantes ficam muito motivados a corrigir estas injustiças.

A rede virtual de jovens ativistas da PETA tem mais de 70 mil membros ativos que assinam abaixo-assinados, telefonam às empresas que cometem abusos contra animais e promovem todos os dias programas educativos sobre o direito dos animais.

A ideia de boicotar produtos de origem animal tem se tornado muito presente para estes jovens, que irão influenciar as gerações futuras.

Saiba mais sobre a campanha da PETA nas universidades, acessando aqui.

18 COMENTÁRIOS

  1. Vitória ES, moro em São cristovão, estou passando por um momento muito constrangedor, a 25 anos moro de aluguel no mesmo endereço rua sargento deocleciano, eu tenho muitos gatos pois a gatinha do meu filho deu cria, a dona da casa está incomodada, eu pedi a ela que me desse um prazo para doá-los, já que os maiores ninguém quer e principalmente femea. Ela mandou o neto dela na nossa porta em pleno dia 25/12/2011 para nos intimidar, era 21 horas, ele se alterou começou a gritar comigo e com minha mãe de 75 anos e na frente de meu filho de 10 anos que ficou muito assustado. Já liguei para o 190, para secretaria do meio ambiente , para zoonoses de Vitoria, Serra e Vila Velha, mas não aceitam os meus gatos, só se eu fizer um B.O, mas estou com medo de ser agredida fisicamente, já que verbalmente, e emocionalmente ja me maltrataram estou doando 6 filhotes de gatinho, não tem raça, mas são fofinhos. O motivo de estar doando é que estou sendo obrigada, e na véspera de natal envenenaram um dos filhotes, não tenho como provar mas pelos sinais e sintomas dispnéia, taquicardia, pupilas dilatas, dor abdominal, disfalgia, enrigecimento dos membros, não conseguia mas se locomover, asfixia.Sofia muito e não quero mas que nenhum deles sofram, pois existem pessoa covardes.

  2. SE ALGO FOR MUDAR COM TODA CERTEZA SERÁ PELAS MÃOS DOS JOVENS, PORQUE NUNCA VÍ TANTA IGNORÂNCIA COMO NA MINHA GERAÇÃO E NAS ANTERIORES EM RELAÇÃO AOS ANIMAIS, QUANDO ABORDO O ASSUNTO DA EXPLORAÇÃO E SOFRIMENTO ANIMAL PRINCIPALMENTE EM RELAÇÃO A SE ALIMENTAR DE CARNES, OS TROGLODITAS TEM SEMPRE O MESMO DISCURSO:”NÃO CONSIGO FICAR SEM CARNE” OU ” OS ANIMAIS FORAM FEITOS PRA SER COMIDOS”, ETA RACINHA IGNORANTE, ATRASADA E PRINCIPALMENTE CRUEL E EGOÍSTA….

  3. nós , pais, criamos nossos filhos para serem justos , humanos e compassivos, mas quando chegam à juventude , se deparam com a crueldade, seja contra animais ou pessoas, então eles se revoltam e querem consertar isso. Não desistam, queridos, o futuro será melhor graças a voces!

  4. só as novas gerações para virar a mesa, essas gerações que estão no comando possuem muitas “verdades” que acham imutáveis. estamos num processo de transição de consciencia em massa. deixar de comer animais é o basico, o inicio da prática … para deixarmos de ser humanos para nos tornarmos mais divinos.

  5. é muito bom saber disso! estou com 22 anos e tenho que discutir muito com meus pais, tios, e qualquer pessoa de outra geração sobre os direitos dos animais, ou o porquê que estou tentando mudar a minha alimentação e as vantagens que ela traz. Mas o mais triste é a dificuldade que tenho em parar de comer carne(afinal sempre me ensinaram a comer carne todos os dias), ver que produtos que adoro fazem testes em animais,… Sem contar o povo que me acha neurótica com essas coisas, mas faz parte!

  6. É com muita felicidade que recebo essa notícia. Percemos que protegendo os animais, estamos também resgatando e preservando nossa vida e origem. Somos todos seres da natureza e estamos nos reconhecendo nos outros animais. Esse consciência nos deixa receber e dar amor a nossos companheiros do planeta e a proteger suas vidas.

  7. A cada geração, notamos um avanço na mentalidade, espiritualmente também.Eu sou professora e vejo isso.Sempre procuro explicar e conscientizar meus alunos.E eles entendem muito bem.Melhor que muios outros de mais idade que reluta em mudar, presos ainda a tradições ultrapassadas, presos a uma mente obsoleta.Não há mais lugar nos dias de hoje com tanta informação para qualquer espécie de sofrimento, inclusive , animal.Meus parabéns a essas nova geração que com certeza vai fazer do mundo um lugar mais humano e digno de se viver, para todas as espécies.

  8. espero que essa conscientização não fique só em murais de rede sociais mas que se tornem Ações praticas vale apena lembrar que quem conhece os extras de zoologicos sabe muito bem que são verdadeiros depósitos de animais onde praticamente não existe legislação para isso fica a dica pra todos em cobrar uma fiscalização decente dos órgãos competentes.