Sumiço de gato em aeroporto de Brasília completa uma semana


Segundo tutor, animal ‘gostava de dar umas voltinhas’ Recompensa de R$ 500 está sendo oferecida para quem localizar o felino
Foto: Arquivo Pessoal/ Divulgação

O pesquisador Maicon Saul Faria, tutor do gato Esquilo, desaparecido há uma semana no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, se reuniu na tarde desta segunda-feira (3) com representantes da Gol para tentar formalizar como serão feitas as buscas. Acompanhado do advogado Fernando Bessa, Faria apresentou para a companhia aérea um plano para sistematizar a procura pelo felino.

“Queremos que seja algo viável para a empresa e que seja eficiente. Não adianta que a empresa faça algo que não vai ter resultados. Só posso sair daqui [de Brasília] com a certeza de que vão procurá-lo, senão eles vão fazer teatro”, afirmou Faria em entrevista. A Gol informou que está analisando o documento e deve se pronunciar sobre o caso nos próximos dias.

Esquilo fugiu no dia 27 de abril, no momento em que funcionários da Gol transferiam as bagagens da aeronave vinda de Palmas, Tocantins, e com destino a Campinas, em São Paulo. Desde o desaparecimento, Faria tem procurado o gato no aeroporto e nos arredores e oferece uma recompensa de R$ 500 para quem localizar o animal. “Ainda tenho esperanças de achá-lo, é por isso que estou aqui”, afirma. Uma ONG que protege animais abandonados e vítimas de maus-tratos está ajudando nas buscas.

A Gol está custeando a hospedagem do pesquisador e espalhou faixas com fotos do gato nas proximidades do aeroporto. Nesta madrugada, Faria vai pernoitar perto da área de armazenamento e incineração de alimentos do terminal.

Faria é formado em física e vinculado ao Departamento de Engenharia Elétrica da Unicamp. Ele viajou para Palmas em férias e deveria ter retornado ao trabalho nesta segunda-feira, mas adiou o retorno por conta do desaparecimento de Esquilo gato. O pesquisador espera que a Gol assine o documento até quarta-feira (5), data em que ele deve voltar para Campinas.

Esquilo, de dois anos e meio, é um dos cinco gatos do pesquisador, que se diz apaixonado por felinos. Ele é um animal cinza comum, sem pedigree, de cauda decepada por causa de um acidente.

Fonte: Correio 24H


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