Cerca de 50 pessoas fizeram uma caminhada em Palhoça (SC) pela cadelinha queimada viva


Pedra vivia no bairro Aririu em Palhoça-SC e foi queimada viva. Socorrida e internada em uma clínica veterinária, não resistiu às queimaduras que atingiram praticamente todo o seu corpo conforme noticiou a ANDA em reportagens anteriores.

Nesta segunda-feira (15), em torno de 50 manifestantes e membros das ongs ObaFloripa, APRAP-Protetores e Amigos dos Animais de Palhoça, Instituto Ambiental Ecosul, WSPA-Sociedade Mundial de Proteção Animal,  RESA-Rede Catarinense de Solidariedade aos Animais e grupo Adote  um Patudo realizaram uma manifestação pacífica com apitaço pedindo justiça e respeito aos animais.

Vestindo camisetas confeccionadas especialmente para a ocasião, levando alguns cães e portando faixas e cartazes clamando por justiça, percorreram um trajeto de aproximadamente cinco quilômetros entre o local da concentração até o rancho de pescadores onde Pedra foi queimada, na cidade de Palhoça.

Seguidos por uma viatura da Polícia Militar, durante a manifestação, que durou  três horas, o grupo era saudado e apoiado por moradores indignados com a crueldade praticada contra o animal indefeso.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.

Você viu?

SINERGIA

MAUS-TRATOS

PROTEÇÃO ANIMAL

INESPERADO

ASCENSÃO

GRATIDÃO


LEIA EM PRIMEIRA MÃO AS NOTÍCIAS MAIS ANIMAIS DO MUNDO

>