Para ONU mundo não freia ritmo de extinção de animais e vegetais


O desaparecimento de diversas espécies animais e vegetais é constante pelo mundo, mas segundo a ONU é impossível controlar o ritmo desse acontecimento. Relatórios recentes advertem que o ritmo natural da extinção de espécies multiplicou-se por mil devido à atividade humana e também às mudanças climáticas.

“A degradação da diversidade acelera-se no mundo”, afirma o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, aos líderes reunidos na sede da ONU. “A razão é simples: as atividades humanas, de vocês, minhas, as de cada um (…). Muita gente continua sem entender as consequências dessa destruição”, completou.

De acordo com a comunidade internacional, esse número era para ter sido reduzido até 2010, quando foi declarado o ano internacional da biodiversidade. Mas a meta não foi alcançada.

Em outubro, na cidade japonesa de Nagoia, onde acontecerá uma convenção sobre diversidade biológica, os representantes de 193 nações deverão discutir a distribuição equitativa das responsabilidades sobre os recursos naturais e seus benefícios.

“Um plano estratégico com as nações de economias emergentes deve garantir transparência, segurança jurídica e previsibilidade para quem busca acesso aos recursos, assim como distribuição justa e equitativa dos benefícios derivados deles”, advertiu o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso.

No Brasil, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, pediu para divulgar mais a importância de conservar as espécies animais e vegetais. “Precisamos de um pacto em Nagoia”, disse Teixeira, que instigou os líderes mundiais a “elevar o perfil da biodiversidade e galvanizar a vontade política e o compromisso de todos os países”.

De acordo com o biólogo, tutor Portal Educação, Carlos Rodrigo Lehn, as principais causas da extinção de espécies são a fragmentação dos ambientes naturais e o tráfico de animais silvestres. “Recentemente o aquecimento global passou a ser considerado um dos principais efeitos causadores da extinção de espécies. No caso do aquecimento global, um novo acordo climático contribuirá muito para a conservação das espécies”, completa Lehn.

Fonte: Segs



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