Vacina antirrábica provoca três mortes em Volta Redonda (RJ)


De acordo com informações do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Volta Redonada (RJ), pelo menos três cães morreram com suspeita de reação à vacina antirrábica, de um total de 17.250 cães e gatos que receberam a imunização contra a raiva.

Um gato também sofreu reações, mas sobreviveu. Este ano, pela primeira vez, a vacina passou a ser feita com o cultivo de células in vitro; ainda não há informações sobre a causa das reações. A responsabilidade pela compra e distribuição da vacina para os estados é do MS (Ministério da Saúde).

Em função de mortes de alguns animais, a vacinação chegou a ser suspensa em São Paulo e adiada no Rio de Janeiro. Entretanto, no dia 20 de agosto, o Ministério da Saúde emitiu uma nota esclarecendo que a vacinação, embora tenha apresentado reação em alguns animais, devia ser mantida em todo o território nacional.

Segundo a nota, não houve evidências que justificassem a interrupção da campanha, pois os dados estão abaixo do relatado na literatura internacional e do produtor.

De acordo com as informações do coordenador do Centro de Zoonoses de Volta Redonda, o veterinário Rogério José da Silva, a suposta morte dos animais em consequência de reação à vacina só poderá ser confirmada com o laudo de um profissional veterinário, baseado em exames laboratoriais.

Rogério José afirmou que há casos conhecidos de reações, mas eles estão dentro do considerado normal para esse tipo de campanha, de vacinação em massa de animais. Ele informou ainda que a reação ocorre até 72 horas após a vacina.”O MS está pedindo que todas as ocorrências (de reações ou óbitos supostamente causados pela vacina) sejam notificadas ao ministério, que fará uma avaliação da situação”, frisou o coordenador, destacando que o MS e o governo do estado não vão trocar a vacina, que é considerada mais eficiente e mais segura que a antiga e é a mesma utilizada em clínicas veterinárias particulares.

O empresário Rodrigo Soldati Abranches, de 22 anos, perdeu a cadela dele. A labrador Luna, de 9 anos, chegou a ser socorrida por um veterinário, mas morreu de parada cardíaca:”De acordo com o veterinário, ela teve uma convulsão e sofreu uma parada cardíaca. A provável causa pode ter sido a vacina, mas ele não confirmou. Estamos muito tristes, porque levamos a cadela para se proteger de uma doença e ela acabou morrendo “, lamentou o empresário.


Fonte: Diário do Vale


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