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Unesp ordena que gatos deixem de ser alimentados e ONG teme extermínio

29 de julho de 2010
1 min. de leitura
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O aumento do número de gatos no campus da Unesp de Rio Preto (SP) coloca a direção da universidade e uma entidade protetora de animais em conflito. Há quatro anos, a Proambi (Protetores do Amigo Bicho) cuida de animais abandonados no campus, oferecendo ração como forma de aproximação para castrá-los e encaminhá-los à doação. Hoje, cerca de 120 vivem no local e pelo menos 600 já passaram pela cirurgia.

Entretanto,  a universidade acaba de publicar um comunicado que autoriza a zeladoria a fazer mutirões para  retirar alimentos e  recipientes com água. “Não somos a favor de maus-tratos. Mas já perdemos o controle dessa população e tivemos registros recentes de criadouros de Aedes aegypti  em pratinhos”, diz o diretor em exercício do campus, Vanildo Luiz Del Bianchi.

Voluntários da ONG temem que haja extermínio. “Na semana passada fizemos um boletim de ocorrência de um gato morto”, diz a professora Marlei de Freitas Périco, 48, da entidade. Vanildo comprometeu-se a marcar uma reunião para discutir o caso com a ONG.

Com informações da Rede Bom Dia

Nota da Redação: Que contradição é esta do diretor do campus ao afirmar que é contra maus-tratos e autorizar que os gatos morram de fome? Uma instituição pública de educação do porte da Unesp  tem o dever de apresentar uma solução digna e de respeito à vida dos animais. A ONG faz um trabalho voluntário e sem apoio para cuidar dos gatos, castrá-los e encaminhar para adoção. Por que não aliar-se a este movimento e ajudar em vez de simplesmente querer livrar-se dos animais pelo meio mais simples e cruel?

 

 

 

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