Cão é obrigado a procurar bombas antes de coletiva do Chile


Um cão correu risco de morte ao ser obrigado a vistoriar, nesta sexta-feira, uma das salas do Ingwenyama Resort, em White River, distante menos de 20 km de Nelspruit, uma das sedes da Copa do Mundo.

Junto ao esquadrão antibombas, o cachorro circulou pela área, antes da entrevista coletiva da seleção chilena, cheirando todos os equipamentos e bolsas, por aproximadamente cinco minutos.

Foto: Carlos Augusto Ferrari/Globo Esporte
A atitude é uma clara demonstração de especismo, pois enquanto jornalistas tiveram de deixar a sala, o cão, considerado um objeto e uma vida sem importância, foi explorado num trabalho em que seria o primeiro – e talvez o único – a morrer ou a ferir-se, no caso de qualquer contratempo.

Com informações do Globo Esporte



Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.

Você viu?

SUSTENTABILIDADE

NEGLIGÊNCIA

SOFRIMENTO

PORTO ALEGRE (RS)

INSENSIBILIDADE

GOIÂNIA (GO)

MÉXICO

ACIDENTE

AMOR


LEIA EM PRIMEIRA MÃO AS NOTÍCIAS MAIS ANIMAIS DO MUNDO

>