Ambientalistas pressionam Japão para não caçar baleias


As expectativas para 67.ª Reunião da Comissão Internacional da Baleia (CIB) estão concentradas na possibilidade de o Japão assumir o compromisso de extinguir totalmente a caça no Santuário Baleeiro do Oceano Austral, onde os japoneses ainda realizam expedições. A reunião ocorrerá entre os dias 21 e 25 de junho, em Agadir, Marrocos.

“O Japão tem o maior peso na negociação”, resume Susan Lieberman, diretora de Política Internacional da ONG The Pew Whale Conservation Programme. Representantes do Greenpeace, WWF e The Pew Whale Conservation Programme afirmam que um acordo é o mínimo que se pode esperar da reunião. “Delineamos seis pontos-chave para que o acordo seja viável. O mais importante deles é a extinção total da caça no Santuário.”

Outra questão crucial é a reforma do artigo 8.° da Convenção Internacional para Regulação da Atividade Baleeira, que trata da caça para fins científicos. “O Japão vem se aproveitando da redação desse artigo para driblar a moratória imposta em 1986”, diz o comissário brasileiro na CIB, Fábio Pitaluga.

A proposta que está em pauta estabelece que os únicos países que ainda caçam – Noruega, Islândia e Japão – poderiam continuar a fazê-lo ainda por dez anos.

Fonte: Estadão


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