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Rinhas de pit bull são investigadas pela Associação Protetora dos Animais de Criciúma (SC)

19 de março de 2010
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De dois a três animais maltratados por dia. Esta é a média de denúncias que a Associação Protetora dos Animais de Criciúma (Apacri) recebe na cidade, localizada no Estado de Santa Catarina. Uma realidade preocupante de acordo com a presidente da entidade, Elizabete de Oliveira Machado, a Zeta. Além de maus-tratos, são registrados também casos de abandono e envenenamentos.

Um caso gravíssimo que vem sendo investigado pela associação e que pode acabar nas esferas criminais, se confirmado, é o funcionamento de uma rinha de cães da raça pit bull.

As denúncias sobre a existência de rinhas estão sendo apuradas. “Estão sendo encontrados cachorros da raça abandonados. Tivemos o registro de dois casos, onde um cão teve o olho arrancado, e o outro, o focinho decepado. Nestes casos, para não serem denunciados, os tutores os abandonam nas ruas. Como são agressivos, muitos acabam sendo mortos”, conta Zeta.

Outro caso que vem chamando a atenção da Associação é o envenenamento de gatos e cães no bairro Próspera. “Temos o suspeito, mas não possuímos provas para incriminá-lo. Já foram encontrados em torno de 15 animais mortos por envenenamento, próximo a um condomínio, no bairro Próspera. Maus-tratos, abandono e envenenamento são crimes. Em Criciúma, há pessoas que respondem criminalmente”, lembra.

Nesta quinta-feira, 18, mais um animal foi recolhido pela Apacri. O cão está com a presidente da Associação, que, por falta de um Centro de Zoonoses, teve de levá-lo para cuidados na residência dela.

Cão resgatado pela presidente da Apacri, Zeta. (Foto: A Tribuna)

A expectativa é de que nos próximos dias a Apacri receba um veículo do Conselho Municipal do Meio Ambiente (Condema) para auxiliar no trabalho de resgate de animais. “Entre as necessidades pedidas está o veículo, um veterinário e um agente fiscal”.

Fonte: A Tribuna

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