Vestimenta


Os animais são criados também por sua pele, usada geralmente para a vestimenta e adornos. Essa pele, no entanto, não se refere apenas a animais com pelagem espessa, geralmente criados nos países de inverno rigoroso para produzir casacos de luxo como arminhos, martas, castores, guaxinins, coelhos, raposas e chinchilas. Na China, também cães são criados pela sua pelagem, muito usada para fabricar animais de pelúcia. Algumas dessas espécies de animais são esfoladas vivas. Também o couro, altamente difundido no Brasil, nada mais é que a pele de bois e vacas, e existem algumas espécies de bovinos que são destinados exclusivamente a este mercado. Também podemos destacar a lã, que é o pêlo do carneiro. O carneiro criado para a lã tem a mesma vida miserável que outros animais da pecuária, sujeitos a mutilações e castrações sem anestesia, manipulação genética para produzir uma quantidade excessiva de pêlo, o que acarreta danos ao animal, ferimentos provocados pela tosquia e, em última instância, o abate para o consumo da carne. Cabe ressaltar que também a criação comercial de chinchilas, visando ao uso de sua pele, está se expandindo no Brasil, nas regiões serranas e na região Sul. Outro uso de animal comum na indústria da vestimenta é a seda, tecido fabricado pelo bicho-da-seda, uma espécie de inseto. Para produzi-la, um grande número de casulos do bicho-da-seda é fervido com as larvas dentro, para se obter o montante de tecido necessário.


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