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Em SP, Zoo Safári reproduz biomas brasileiros para crianças

3 de abril de 2009
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Crianças visitam o espaço "Bicho Legal", criado dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), localizado na zona sul de São Paulo

Réplicas de onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira e de diversas espécies de macacos são algumas das atrações do novo espaço ecológico “Bicho Legal”, inaugurado ontem, em São Paulo, dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), na zona sul. Ele simula o ecossistema de quatro biomas brasileiros e deve ser usado para ensinar crianças a cuidar do ambiente.
O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
Crianças visitam o espaço “Bicho Legal”, criado dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), localizado na zona sul de São Paulo
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o “Bicho Legal” e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site www.criancaecologica.sp.gov.br. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.
Informações pelo telefone 0/xx/11/4422-2001.
Fonte: Folha Online

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