Pessoas em situação de rua demonstram o amor e companheirismo pelos cães

Bruna Araujo
junho 22, 2017

Alan de Jesus Costa, 32 anos, vive há três anos nas ruas com a companhia de três amigos: Parceiro, Fiel e Guerreiro. O ex-ajudante de pedreiro conta que os nomes não foram escolhidos por acaso. “Peguei todos eles com menos de um mês de vida. A gente cria um laço muito grande com eles”, diz.

Histórias de amor, como a de Alan e Daniel, se repetem por todo o Brasil (Imagem Ilustrativa / Reprodução / Revista Globo Rural)

Ele conta que sempre que pode compra ração para alimentar os cães, mas também recebe muitas doações de moradores e comerciantes da cidade e se sensibilizam o amor pelo trio. “É assim que a gente vive. Mas fome eles não passam de jeito nenhum”, garante.

Assim como Alan, Daniel Carlos dos Santos, 33 anos, em situação de rua há cerca de oito anos por conta das drogas, têm dois cães como seus melhores amigos: Catarina e Théo. “Eles são como uma família. Eu cuido deles e eles cuidam de mim”, afirma.

Jônatas Carvalho, o tutor dos dois cães, mora próximo a um posto abandonado, onde Daniel e outras pessoas em situação de rua passam a noite, na avenida União dos Ferroviária em Jundiaí, São Paulo. O jovem bondoso leva, sempre que pode, os dois cães para visitar o amigos.

“Faço questão de passear com os cães ali onde os moradores de rua ficam. É uma alegria só”, conta.

Em entrevista ao portal JJ Regional, Daniel conta que sonha em sair das ruas e os cães trazem a alegria para que ele continue sonhando. “Quero sair da rua, quero comprar uma casa, quero ter uma esposa, voltar para a faculdade de Direito…”, diz ele abrindo um sorriso ao ser interrompido pelas lambidas de Théo.

Apaixonado pelos dois animais, Daniel fez questão de acompanhar Jônatas para levar a dupla no Centro Pop para vacinação, nesta terça-feira (20). No local, os animais eram vacinados e vermifugados e as pessoas em situações de rua, que levavam seus animais, eram informadas sobre certos cuidados que se deve ter com os cães e gatos em situação de vulnerabilidade.

“Posteriormente, vamos também realizar a castração desses animais a fim de manter essa população controlada”, afirma Alessandra Benedetti, coordenadora do Departamento do Bem-Estar Animal (Debea).

O Centro Pop está equipado com seis casinhas para animais a Prefeitura do município garante que dará sequência às ações, mas não estipulou prazos. Além disso, os frequentadores do centro também terão oficinas de capacitação.

 

 


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