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Cães perdidos têm mais chance de voltar para casa do que gatos

17 de janeiro de 2016 às 15:00

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Cachorro

Há uma boa chance de que se um cão se perder e acabar em um abrigo de animais, ele vai eventualmente voltar para os braços amorosos de seu guardião. Mas quando um gato não consegue voltar de suas rondas noturnas, as probabilidades são de que seu tutor não irá vê-lo novamente.

Isso é motivo de preocupação para a Federação Canadense de Sociedades Humanitárias. O relatório anual da federação para 2014 mostra que 69 por cento dos cães perdidos abrigados por sociedades humanitárias ou SPCA naquele ano foram reunidos com seus tutores em comparação com 56 por cento em 2013.

Para os gatos, no entanto, o valor é significativamente inferior. Apenas cinco por cento voltam para casa. O relatório é baseado em 89 respostas a um inquérito da federação enviado para 168 sociedades humanitárias e SPCAs em todo o Canadá entre abril e setembro de 2015. As informações são do site The Star Canada.

A federação diz que os dados representam apenas uma fração dos animais em situação de rua no país. Abrigos privados, grupos de resgate e acolhimento e serviços animais municipais não foram pesquisados. “Há uma ideia generalizada lá fora, que, ‘Bem, o gato vai voltar”, ou “Eu só vou esperar uma ou duas semanas para que ele retorne'”, disse o CEO da federação Barbara Cartwright. “É tarde demais para o gato. Eles foram absolutamente perdidos de seu tutor.”

Os canadenses estão constantemente recebendo a mensagem sobre a posse responsável de cães e estão garantindo que seus cães tenham coleiras, placas de identificação, e microchips, disse Cartwright. Eles também procuram seus animais domésticos se eles se perdem. Mas é uma história diferente para felinos. “Os gatos muitas vezes não são microchipados, raramente usam coleiras e as pessoas não procuram por eles.”

O problema de gatos em situação de rua tem afetado abrigos por anos. O relatório da federação mostra que mais de 85.000 gatos e mais de 38.000 cães foram abrigados durante 2014. Desde 2001, tiveram cerca de duas vezes o número de gatos transportados para abrigos como caninos – fator por trás da superlotação nas instalações.

O número de gatos induzidos a morte em abrigos também continuou a ser duas vezes maior que o número de cães, apesar dos números totais terem sido menores para ambas as espécies do que nos dois anos anteriores.

Mas nem tudo é tristeza nos abrigos. No Canadá, 20 por cento menos animais foram pegos por abrigos em 2014 em comparação com o ano anterior. A equipe observou que mais animais em situação de rua já tinham sido esterilizados antes de sua chegada.

Cartwright disse que não há dados concretos para explicar a menor admissão, mas ela é otimista de que a melhoria da tutela de animais e programas de castração melhores estão por trás dele.

*É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

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