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Fim da crueldade

Deputados do Paraná mantém proibição da criação de animais para extração de peles

02 de março de 2016 às 13:00

No Paraná, as espécies mais utilizadas pela indústria de peles são chinchilas e coelhos, e em menor escala esquilos e raposas (foto: Divulgação)

No Paraná, as espécies mais utilizadas pela indústria de peles são chinchilas e coelhos, e em menor escala esquilos e raposas (Foto: Divulgação)

Os deputados estaduais do Paraná derrubaram esta semana, por unanimidade, o veto do Governo do Estado ao projeto de Lei 217/2015, que proíbe a criação ou a manutenção de animais com a finalidade exclusiva de extração das suas peles em território paranaense. A proposta de autoria dos deputados Rasca Rodrigues (PV) e Felipe Francischini (SD) coloca o Paraná na vanguarda da proteção animal tornando-se no segundo estado do país a proibir tal prática (São Paulo proibiu em 2014).

Com a nova legislação – que deve ser promulgada e entrar em vigor nos próximos dias – animais domésticos, domesticados, nativos, exóticos e silvestres ficam protegidos. No Paraná, as espécies mais utilizadas pela indústria de peles são chinchilas e coelhos, e em menor escala esquilos e raposas. O estado é o segundo maior produtor de pele a partir do abate de chinchilas, cerca de 20% da produção nacional, perdendo apenas para o Rio Grande do Sul.

Fim da crueldade

A proibição é necessária para pôr fim às práticas de extrema crueldade constatadas na criação, no abate e na retirada das peles pela indústria de casacos. Os deputados alegam que durante a criação os animais são confinados em gaiolas em condições precárias; são abatidos por eletrocussão, degola e sem anestésicos, além das peles serem retiradas, em muitos casos, com os animais ainda vivos. Segundo Rasca Rodrigues, que é coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, a nova Lei não prejudica economicamente a balança comercial do estado.

Fonte: Bem Paraná

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